O governo do Estado do Rio de Janeiro enviou ontem à Assembléia Legislativa a proposta orçamentária para 1993, que prevê receita e despesa de Cr$21,239 trilhões-- Cr$1,5 trilhão neste ano. As receitas correntes somam Cr$12,499 trilhões e as de capital, Cr$4,592 trilhões; e de outras fontes de entidades de administração indireta, inclusive fundos e fundações públicas, Cr$4,1 trilhões. As despesas, distribuídas por fundações, deverão ser: Legislativo (Cr$334,3 bilhões), Judiciário (Cr$672,6 bilhões), Administração e Planejamento (Cr$2,778 trilhões), Agricultura (Cr$213,658 bilhões), Comunicações (Cr$725,558 bilhões), Defesa Nacional e Segurança Pública (Cr$1,517 trilhão), Desenvolvimento Regional (Cr$2,018 trilhões), Educação e Cultura (Cr$3,503 trilhões), Energia e Recursos Minerais (Cr$792,318 bilhões), Habitação e Urbanismo (Cr$684,797 bilhões), Indústria, Comércio e Serviços (Cr$340,017 bilhões), Saúde e Saneamento (Cr$3,434 trilhões), Trabalho (Cr$8,885 bilhõe), Assistência e Previdência (Cr$2,026 trilhões), Transportes (Cr$2,539 trilhões) e reserva de contingência (Cr$375 bilhões). Também ontem, a prefeitura do Rio de Janeiro enviou à Câmara Municipal a proposta orçamentária para 1993, fixando despesa e receita em Cr$97 trilhões-- cerca de Cr$8 trilhões neste ano. Como acontece todos os anos, o orçamento de 93 terá nos gastos com pessoal a maior despesa. Na área de investimentos, o setor mais beneficiado será o de habitação e urbanismo (JC) (O Globo) (JB).