As escolas técnicas, públicas e privadas do Brasil deverão introduzir o Espanhol nos seus currículos. Esta é uma das discussões do I Congresso de Educação Tecnológica dos Países do MERCOSUL, que começou ontem em Santa Maria (RS). Para o diretor do Departamento de Política de Formação Profissional do Ministério da Educação, Donald Uhlig, é imprescindível que a língua predominante nos países do continente ganhe este espaço, da mesma forma que o Português deverá avançar na Argentina, Uruguai e Paraguai. Donald notou que alguns profissionais atuarão sem problemas nos quatro países. "É o caso dos técnicos em comunicação, processamento de dados, enfermagem ou agroindústria. Já os técnicos em contabilidade terão problemas devido a distinções na lei", exemplificou. O diretor afirmou que os profissionais formados em tributação necessitarão de um currículo idêntico nos quatro países para que possam trabalhar com uma legislação unificada (JC).