O ministro Ricardo Fiúza deixa hoje a pasta da Ação Social. Ele passará a se dedicar em caráter efetivo às funções de ministro-chefe da Secretaria de Governo, que responde pela coordenação política do presidente Fernando Collor. O banqueiro Ângelo Calmon de Sá (Banco Econômico) assume o posto de ministro da Ação Social, mantendo suas atuais atribuições de secretário de Desenvolvimento Regional. Fiúza já atuava interinamente como coordenador político do governo desde a saída de Jorge Bornhausen. Foi sua a idéia, aprovada por Collor, de deixar a Ação Social. Ele é hoje um dos assessores com maior trânsito junto a Collor e passa a se dedicar à articulação da estratégia para barrar o Impeachment" e à costura de uma ampla reforma ministerial (FSP).