Depois de conquistar fama no mercado nacional, a grife carioca Dijon começa a ganhar o mundo. Cerca de 300 mil peças-- principalmente calças e camisas masculinas-- foram exportadas para Argentina e Uruguai. A previsão é de que até o final do ano gerem receita de quase US$6 milhões. Já tínhamos feitos vendas esporádicas, mas agora estamos nos
50532 profissionalizando, diz Humberto Saade, diretor-presidente do grupo. O pontapé inicial foi dado na 1a. Feira Têxtil do MERCOSUL, em agosto, em Foz do Iguaçu (PR). No evento foram fechados negócios de US$1 milhão. As roupas são vendidas para varejistas, que as colocam em grandes magazines ou lojas sofisticadas. Saade crê que parte das vendas está seguindo para o Panamá. Para estreitar relações com compradores do Cone Sul foram abertos escritórios em Foz do Iguaçu, Buenos Aires e Montevidéu. Entre 30 de setembro e cinco de outubro, uma missão de 140 empresários argentinos e uruguaios poderá fechar contratos na Feira do MERCOSUL, em Londrina (PR), onde estão as quatro fábricas da Dijon (JB).