O secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Cadorna, anunciou ontem que até o fim do ano deve ser aprovado um novo plano de cargos e salários para os médicos, fixando o piso em cinco salários-mínimos (Cr$2,61 milhões hoje). Ele reconheceu que o piso salarial de Cr$722 mil é aviltante, e disse que desde junho três mil médicos e pessoal de apoio, que trabalham na emergência, recebem uma gratificação especial. Cadorna lamentou que 60% dos 26 mil funcionários da Secretaria de Saúde trabalhem na parte administrativa, acrescentando que o órgão poderia funcionar com apenas 12 mil funcionários, mas descartou a hipótese de haver demissões (O Globo).