O ex-secretário de Administração da ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, José Max Reis Alves, contou à Polícia Federal em São Paulo que o esquema PC pagou, em pelo menos duas ocasiões, serviços contratados pelo Ministério da Economia. Ele revelou que, durante negociações com credores brasileiros, a EPC, firma de PC Farias, custeou gráficos e ilustrações pedidos ao artista australiano Robert Balantine. Também uma pesquisa de opinião do Instituto Sintonia foi paga pela EPC. José Max disse ainda que, durante um ano, pagou a hospedagem de 26 ex- assessores de Zélia com recursos provenientes da Brasil-Jet, também de PC, depositados em sua conta. Ele garantiu à PF que a ex-ministra tinha conhecimento desses pagamentos (O Globo).