O grupo ELETROBRÁS e a PETROBRÁS chegarão, ao final deste ano, com investimentos significativamente inferiores aos valores que foram aprovados pelo Congresso Nacional. As empresas controladas pela ELETROBRÁS deverão aplicar US$1,4 bilhão, quando o previsto era US$2,2 bilhões. Já a estatal do petróleo investirá US$1,5 bilhão, montante bem longe do aprovado, ao final de 1991, de US$2,9 bilhões. Tanto no caso da PETROBRÁS quanto do setor elétrico, o investimento de 1992 será bem menor do que o de 1991. A estatal do petróleo investiu US$1,9 bilhão, no ano passado, mas também não alcançou o programado, de US$2,3 bilhões. O grupo ELETROBRÁS saiu de US$1,7 bilhão, em 1991, para US$1,4 bilhão, em 1992. Em ambos os casos, defasagens tarifárias têm sido apontadas como o entrave principal à realização dos orçamentos projetados e aprovados pelo Congresso (GM).