As 35 mil escolas particulares do país-- pré-escola, 1o. e 2o. graus-- deverão reajustar os preços mensalmente no próximo ano. É o que afirma José Zinder, presidente da Federação Interestadual de Escolas Particulares (FIEP), que se reuniu ontem em São Paulo. "Essa é a posição de todos os 16 sindicatos de 12 estados que compõem a federação. Devemos oficializar isso na assembléia de 17 de setembro, em Cuiabá", disse ele. Neste ano, a maioria das escolas optou pelo que prevê a lei federal 8.170, que regulamenta reajustes de mensalidades: fixar um valor no início do ano, repassar 70% do reajuste de salário dos professores em março e 30% do INPC de janeiro a julho em agosto. Em São Paulo, quase todas as 6.500 escolas paulistas começaram o ano com contratos de reajustes mensais, pelo índice de custo de vida apurado pela FIPE (FSP).