Foi de US$32,5 milhões o volume de recursos movimentados nos últimos dois anos pela empresa de táxi aéreo Brasil-Jet, pertencente a PC Farias. Desse total, US$6,5 milhões referem-se a notas fiscais frias que a empresa emitiu contra 14 empresas envolvidas na lavagem de dinheiro do esquema PC, entre elas a Seveng Civilsan, a Odebrecht, o grupo alagoano Carlos Lyram o grupo brasiliense Wagner Canhedo, a Líder Táxi Aéreo, a Vox Populi e o banco BMC. As conclusões fazem parte do relatório da subcomissão aeronáutica, entregue ontem à presidência da CPI (JB).