Cerca de 5 mil trabalhadores, entre estivadores, conferentes, consertadores e vigias, entraram em greve, ontem, paralisando as operações de carga e descarga no porto de Santos (SP). Eles reivindicam o pagamento do repouso semanal remunerado, benefício do qual se dizem excluídos desde 1965, enquanto as empresas de navegação sustentam o contrário, argumentando que esse item está incorporado na remuneração global dos trabalhadores. Na audien^ncia de instrução e conciliação realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), entre dirigentes dos quatro sindicatos de trabalhadores envolvidos e os representantes das empresas de navegação marítima, não houve acordo e os portuários decidiram manter o movimento grevista (FSP).