MEGAFANTASMA OPERAVA NA BAHIA

Um "megafantasma", que movimentou milhões de dólares nos bancos Rural e Econômico em diversos estados, com o nome de Francisco Silva e forte presença em agências na Bahia, é a mais recente descoberta da subcomissão de bancos da CPI do caso PC Farias. Outros dois "fantasmas", Carlos Castilho e José Pedro da Silva, também foram confirmados. Eles têm CPFs e números de identidade falsos e assinaturas diferentes em vários cheques. A CPI revelou ainda outro depósito efetuado na conta da Paulo Octávio Empreendimentos Imobiliários, de US$400 mil, feito desta vez pelo "fantasma" Flávio Maurício, totalizando US$1,385 milhão até ontem. Outro depósito foi feito pela EPC, empresa de Paulo César Farias, para a Viplan, de Wagner Canhedo, no valor de US$2,9 milhões, somando US$4 milhões até agora e coincidentes com a época da privatização da VASP (JB).