A CEF reduziu drasticamente a liberação de recursos para obras de habitação popular e saneamento, financiadas com dinheiro do FGTS. O orçamento original do Fundo previa o desembolso de Cr$1,4 trilhão por mês para estados, municípios e empresas privadas, mas até o final do ano serão liberados apenas Cr$280 bilhões mensalmente para atender aos financiamentos já contratados. Ou seja, somente 12% do cronograma será cumprido. O diretor financeiro da CEF, Milto de Melo Santos, afirma que a redução dos desembolsos se deve à falta de recursos do FGTS, provocada pela queda na arrecadação e a inadimplência crônica de estados e municípios, que não pagam os financiamentos contraídos com dinheiro do Fundo. Diante deste quadro, o Conselho Curador do FGTS, reunido há uma semana, determinou a redução dos desembolsos (O Globo).