Reunindo 113 empresas do setor têxtil do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, com expectativas de realizar negócios que somem US$100 milhões, teve início ontem, no Centro de Convenções Internacional, em Foz do Iguaçu (PR), a 1a. Feira das Indústrias Têxteis do MERCOSUL (1a. MERCOSUL Têxtil). Segundo os organizadores, o principal objetivo da feira, que comercializa tecelagens, fiações e malharias, além de máquinas e equipamentos de confecções, é o de antecipar o futuro comercial dos quatro países a partir de 1995, quando serão eliminadas as barreiras comerciais na região. "É um dos passos para a consolidação do MERCOSUL", acredita o empresário Paulo Antonio Skaf, vice-presidente da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil). O empresário não se arrisca em previsões de comercialização. Ele lembrou que as vendas podem ser estimuladas pela vocação de cada país, exposta nos estandes das empresas. O empresário também comentou que os preços brasileiros são competitivos e deverão, segundo ele, "ocupar uma grande fatia deste mercado que se abrirá com o MERCOSUL" (GM).