A equipe econômica ainda não conseguiu assegurar os Cr$2 trilhões reivindicados pelo Ministério da Ação Social para a construção civil. Contrariando a expectativa da CEF e do próprio ministro Ricardo Fiúza, o secretário-executivo do Ministério da Economia, Luiz Antônio Gonçalves, reafirmou ontem que os Cr$5 trilhões disponíveis do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) vão para o Ministério da Saúde. Esse valor foi pedido pelo ministro Abid Jatene, que não tem dinheiro para manter os hospitais da rede pública funcionando até o final do ano. Para o Ministério da Ação Social, por enquanto estão assegurados apenas Cr$500 bilhões do FDS (Fundo de Desenvolvimento Social). A área econômica está refazendo as contas para ver se sobra algum recurso do FAT (FSP).