O empresário Antônio Ermírio de Moraes, do grupo Votorantim, não consegiu explicar à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) os motivos que levaram algumas das empresas da holding que dirige a pagar US$239 mil à empresa EPC, de Paulo César Farias, por serviços de consultoria que não chegaram a ser prestados. Em quase cinco horas de depoimento, o emresário confirmou o pagamnto à EPC, mas não conseguiu esclarecer aos parlamentares os motivos pelos quais foi adiantado o dinheiro pela prestação dos serviços da empresa de PC. Nem por que tal feito sem a assinatura de um contrato formal (JC) (FSP).