A Kawasaki Steel, do Japão, e a Ilva, da Itália, decidiram permanecer como acionistas da CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão), privatizada pelo BNDES. As duas empresas detêm, cada uma, 12,98% do capital votante da siderúrgica e tinham direito a se retirar da companhia com a privatização. A decisão da Kawasaki e da Ilva foi considerada uma demonstração de confiança nos novos controladores da CST. Mas os acionistas minoritários não decidiram ainda se elas exercerão o direito de preferência à aquisição, juntas, de 14% das ações ordinárias, leiloadas dia 23, para complentar o limite de 40% do capital votante estabelecido para investidores estrangeiros. O prazo de preferência terminará dia seis de agosto e, pelas regras da privatização da CST, as duas poderão subscrever as ações pelo preço atingido no leilão: Cr$1,9 milhão por lote de mil ações. Se até esse dia apenas um acionista se manifestar, o prazo passará a ser 13 de agosto (O Globo).