A indústria automotiva brasileira planeja hoje o veículo que reciclará no ano 2027. O automóvel do futuro terá parte de sua matéria-prima sintética substituída por fibras de coco e juta, tapetes de borracha confeccionados a partir de pneus velhos, poliuretano expandido por óleo de mamona, em substituição aos gases cloroflurocarbonos, os CFC, que destróem a camada de ozônio. Segundo os coordenadores de pesquisas na área de materiais das maiores montadoras do país-- Autolatina, General Motors e Mercedes-Benz-- mais do que a tecnologia, falta ao Brasil, ainda, material que possa ser reciclado (GM).