Depois da drástica queda em maio, a arrecadação do FGTS cresceu em junho. Uma queda no valor dos saques, que desta vez consumiram 68,56% da arrecadação bruta, permitiu que fossem arrecadados líquidos Cr$404,51 bilhões, contra Cr$94,55 bilhões em maio. Naquele mês, os saques chegaram a 90% do total de contribuições. Em junho, além da queda dos saques, houve aumento real da arrecadação bruta, que saltou de 55 milhões para 62 milhões de UPFs. Os dois fatores combinados resultaram num salto real de arrecadação líquida para 19,6 milhões de UPFs, a melhor nos últimos quatro meses. Os saques motivados por demissão foram os que mais caíram: de Cr$732,2 bilhões em maio para Cr$712,57 bilhões em junho (FSP).