FANTASMA APLICAVA NO BANCO CIDADE

Aplicações financeiras que chegavam a bilhões de cruzeiros escondiam o verdadeiro objetivo dos correntistas "fantasmas" descobertos pela CPI do caso PC Farias: mandar o dinheiro para o exterior por intermédio de um banco brasileiro. A CPI suspeita de que o Banco Cidade de São Paulo era usado pelo esquema PC com essa finalidade. Manoel Dantas Araújo, um dos oito "fantasmas", usava o Banco Cidade para realizar aplicações num período de dois ou três dias. Cheques no valor de Cr$1 bilhão e Cr$2 bilhões foram emitidos por Araújo, que costumava ser "reencarnado" por Rosinete Melanias Carvalho, a Rose, secretária de PC. Os parlamentares não têm dúvidas de que é dela a assinatura dos cheques emitidos pelo "fantasma" (O Globo).