O diretor de Normas do Banco Central, Gustavo Loyola, quer que a Contribuição sobre Transações Financeiras (CTF), proposta no projeto de ajuste fiscal do governo, seja cobrada indistintamente sobre todos os saques em banco. Ele é contra a criação de uma alíquota menor de CTF para as cadernetas de poupança, como propõem alguns parlamentares, pois entende que ela poderá levar à sonegação. "A CTF deve ter uma alíquota única e baixa para todo mundo, pois é um tributo de fácil controle. Se houver muitas exceções, acaba ficando incontrolável", argumentou Loyola (O Globo) (JB).