Dois pedidos de habeas corpus a favor do chefe indígena Paulinho Paiakan foram negados, anteontem, pelas Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Estado do Pará. Ele está em prisão domiciliar, acusado de ter estuprado a estudante Sílvia Letícia no dia 31 de maio, com a ajuda da mulher Irekan (FSP).