O empresário Wagner Canhedo recebeu da EPC (Empresa de Participações e Construção Ltda.), do empresário Paulo César Farias, na mesma época em que arrematou a VASP em leilão, um cheque de Cr$250 milhões. Canhedo teve que pagar, três dias depois do leilão, 10% do preço da VASP, que totalizou Cr$3,3 bilhões. Em depoimento à CPI, Luís Octávio da Motta Veiga, ex-presidente da PETROBRÁS, acusou PC e o secretário-geral da Presidência da República, embaixador Marcos Coimbra, de terem exercido pressão para que ele privilegiasse a VASP em negócios com a estatal (O Globo).