A PETROBRÁS, pela segunda vez em sua história, atrasará, em agosto, o pagamento dos salários de seus empregados. Além disso, pagará apenas no dia seis de agosto, e não em 25 de julho, como previsto, o saldo corrigido da metade do 13o. salário pago em janeiro. Esse é mais um reflexo da crise financeira vivida na empresa, que já resultou no atraso de pagamento a fornecedores e usineiros, no corte de investimentos e em dificuldades de quitar seus compromissos externos. A PETROBRÁS emprega 53 mil funcionários e desembolsa, mensalmente, cerca de US$120 milhões com salários e encargos sociais (GM).