Cerca de 70% dos 190 mil professores do Estado de São Paulo entraram em greve ontem. Eles reivindicam piso de cinco salários-mínimos, enquanto o governo oferece 3,9 salários. Segundo a categoria, a greve é por tempo indeterminado e deixará sem aulas quase 5 milhões de alunos. Os médicos paulistas completam hoje o segundo mês de greve. Eles querem equiparação salarial com os profissionais do INAMPS e não aceitam a proposta de gratificação escalonada de acordo com a produtividade. O movimento atinge 95% dos 8 mil médicos, paralisando os serviços de ambulatório de 900 centros e 15 hospitais em todo o Estado (JB).