A nova regulamentação dos consórcios de veículos está recebendo críticas de administradoras, concessionárias e consorciados. Na prática, ainda não há a abertura de novos grupos, como previam as regras do Banco Central divulgadas dia 30 de junho. Ontem, as entidades representativas dos três segmentos encaminharam documento à secretária nacional de Economia, Dorothéa Werneck, pedindo a mudança de dois pontos: a liberdade de o consorciado quitar sua quota antes do final do grupo e a permanência do reajuste do saldo caixa. Esse mecanismo garante o rateio entre o grupo das diferenças de preços dos carros do momento da contemplação à entrega efetiva. Pelas novas regras, o consorciado deve arcar sozinho com a diferença, caso ocorra aumento (FSP).