AZT EM DOSE BAIXA SERIA MAIS EFICAZ CONTRA A AIDS

O cientista norte-americano James Robins, da Escola de Saúde Pública de Harward, realizou um estudo em que comprovou que a droga AZT no tratamento da AIDS é mais eficaz quando administrada em baixas dosagens. Segundo ele, com baixas dosagens a sobrevida dos pacientes é maior do que com a administração da droga em altas dosagens. O cientista afirmou que altas dosagens da droga funcionam como um veneno, devido à alta toxidade, e provocam efeitos colaterais que, em vez de ajudar o paciente, pioram seu estado de saúde. De um grupo de 524 pacientes tratados com AZT, 60% dos que receberam alta dosagem sofreram intoxicações (O Globo).