Durante o ano de 1990, quando tomou posse, o presidente Fernando Collor de Mello fez uma viagem privada às ilhas Seychelles, reformou a Casa da Dinda e comprou um terreno vizinho. Apenas esses três gastos são avaliados em US$1,47 milhão (cerca de Cr$5,4 bilhões pelo câmbio livre). Com base nesses números, a CPI que investiga as denúncias contra PC Farias suspeita que os recursos vieram dos fundos de campanha coletados por PC (FSP).