O Banco do Brasil está se transformando no "quartel-general do Esquadrão da Morte", apelido do grupo que articula a reação do governo ao caso PC Farias. A verba de publicidade da instituição-- cerca de Cr$150 bilhões até o final do ano (US$40 milhões)-- já começou a ser despejada em campanhas para melhorar a imagem do governo. O "Esquadrão da Morte" é o apelido dado pelos políticos mais moderados e tidos como de "mãos limpas" do governo ao grupo formado pelos remanescentes da chamada República de Alagoas e alguns deputados governistas. Lafaiete Coutinho, presidente do BB, foi indicado ao governo por PC, segundo o próprio empresário. Ele transformou-se num dos comandantes do "Esquadrão da Morte". Coutinho já concluiu estudos para reabrir agências do banco fechadas recentemente. A reabertura de antigas agências e a abertura de novas é um dos principais pedidos dos parlamentares da bancada governista (FSP).