PETROQUÍMICA QUER UNIÃO NO MERCOSUL

As indústrias petroquímicas do Brasil e da Argentina estão negociando acordos setoriais, já pensando no MERCOSUL, especialmente dos petroquímicos básicos (eteno e propeno) e os polímeros (polietileno e polipropileno), cuja agilização de negócios será buscada numa reunião marcada para amanhã, na capital gaúcha. O encontro será realizado na sede da Federação das Indústrias (FIERGS), e coordenado pela Associação Petroquímica Latino-Americana (APLA) Um dos objetivos da reunião é organizar o sistema de troca de comércio de maneira mais eficiente. Para isto, também está prevista a presença de dirigentes da PETROBRÁS e Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF), a estatal argentina na área de petróleo. Os representantes das indústrias de etilenos e polipropilenos pretendem estabelecer acordos visando um comércio integrado destas resinas, que representam uma capacidade de produção de mais de dois milhões de toneladas por ano, o equivalente a mais de US$1,5 bilhão anualmente (JC).