O Banco Central e a Caixa Econômica Federal vão estudar regras que garantam tratamento diferenciado aos mutuários do Sistema Financeiro de Habitação que estejam desempregados. Uma das alternativas, segundo o diretor de Normas do BC, Gustavo Loyola, é a ampliação do prazo de tolerância, atualmente de três meses, para manutenção de prestações em atraso, no caso dos mutuários desempregados. Pela regra atual, quem atrasa o pagamento das parcelas mensais por mais de três meses passa a correr o risco de ser executado judicialmente, com a retomada do imóvel financiado (JB).