Os seres vivos (animais e vegetais) resultantes da biotecnologia poderão ser patenteados e a indústria farmacêutica terá que se habituar a pagar royalties aos inventores estrangeiros de medicamentos. Essas são duas conclusões importantes do substitutivo apresentado ontem pelo deputado Ney Lopes (PFL-RN), relator do projeto que regulamenta a propriedade industrial no país. A proposta, que começará a ser votada na semana que vem pela Comissão Especial da Câmara que aprecia o assunto, torna mais rigorosa a regulamentação das patentes (JB).