O co-financiamento patrocinado pelo Banco Mundial (BIRD), no valor de US$700 milhões, para projetos do governo na área de energia elétrica poderá ter a participação de fundos oficiais, como o Fundo Saudita, e instituições multilaterais de crédito, como o Banco de Exportação e Importação (EXIMBANK), complementada, se for necessário, pelo lançamento de bônus da ELETROBRÁS no mercado externo. Esta alternativa-- que substitui os créditos dos bancos comerciais, que continuam reticentes em voltar a emprestar voluntariamente ao Brasil e que já descartaram sua participação no co-financiamento, pelo menos este ano-- é resultado de reunião realizada ontem no Banco Central, entre técnicos do BC, do Ministério do Planejamento e de funcionários da divisão Brasil do BIRD, chefiada por Roberto Cofino (O Globo).