AMEAÇADA RENOVAÇÃO DE ACORDO DOS CARROS

A queda na venda de automóveis e na arrecadação do ICMS são as principais dificuldades para que o acordo que reduziu em 22% o preço dos automóveis seja renovado no início do próximo mês. As concessionárias e o governo paulista queixam-se de que o governo federal não cumpriu sua parte no acordo, agilizando a regulamentação dos consórcios e viabilizando o crédito ao consumidor. E alegam que, sem esses instrumentos, não terão como continuar trabalhando com margens menores de lucro e de arrecadação. A única exceção fica por conta da ANFAVEA, entidade que representa as montadoras. "O acordo vai muito bem e deverá ser melhorado", diz seu presidente, Luiz Adelar Scheuer (JB).