O governo vai apresentar à missão do Fundo Monetário Internacional (FMI- - que chega ao Brasil na próxima semana--, dados mais otimistas sobre algumas das metas acertadas para o primeiro trimestre deste ano. O diretor de política monetária do Banco Central, Pedro Bodin, informou ontem que uma revisão dos números preliminares divulgados há um mês, indica que o superávit primário ficará acima dos 2,65% do PIB (Produto Interno Bruto) apurado. Bodin disse ainda que a meta sobre despesas-- necessidade de financiamento do setor público--, se não for cumprida, "será por um fio de cabelo". Apesar da elevação, o superávit primário deverá ficar abaixo da meta de Cr$6,5 trilhões acertada com o FMI (GM).