O presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, é contra a formação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as denúncias de Pedro Collor. Amato afirmou que conversou com parlamentares e disse ter "certeza que ela não será instaurada". "O processo democrático pode sofrer problemas se a investigação das denúncias de Pedro Collor for feita sob forte tensão emocional", disse. Emerson Kapaz, do PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais) e candidato à sucessão de Amato na FIESP, acha que a Justiça e a CPI devem apurar o mais rápido possível as denúncias que envolvem o presidente da República, para evitar a desestabilização da economia (FSP).