Segundo as informações, o Brasil propôs aos bancos comerciais credores, em Nova Iorque (EUA), um teto de 80% para a conversão da dívida antiga nos três instrumentos com garantias colaterais variadas-- os bônus par, de desconto e o de redução de juros no começo (Flirb). A reação de pelo menos um banqueiro credor foi negativa. O negociador oficial da dívida externa brasileira, Pedro Malan, desmentiu que o Brasil entraria com US$2 para cada US$1 dos bancos comerciais, no desembolso de garantias (GM).