Os funcionários do SERPRO (Serviço Nacional de Processamento de Dados) decidiram ontem, no Rio de Janeiro, manter a greve iniciada no último dia 20 por reposição salarial. Eles reivindicam reposição que varia de 37,30% a 135,54%, dependendo do nível salarial do funcionário, e aumento real de 15%, relativo à produtividade. O diretor do sindicato da categoria, Luiz Roberto Doce, disse que "já estão comprometidos" os serviços que o SERPRO teria de realizar para a Rio-92. Ele disse que cabe ao SERPRO a montagem em computadores de toda a infra-estrutura de localizações e segurança dos chefes de Estado e autoridades internacionais que participarão da conferência, o que não está sendo feito (JC).