Os empresários ligados à FIESP acham possível o país reverter a crise atual e ainda fechar 1992 com PIB (Produto Interno Bruto) positivo. Eles analisaram ontem a declaração feita pelo ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira, de que neste ano o PIB ficará entre 2,5% e 3%. "Se o governo fizer o que está determinado, além de uma reforma fiscal e tributária como querem os empresários, não tenho dúvida de que voltaremos a crescer", disse Mário Amato, presidente da FIESP (JB).