O ministro da Marinha, almirante Mário César Flores, considera que o anteprojeto que define normas comuns de política salarial para os servidores dos três poderes não viabiliza a isonomia e deixa o Poder Executivo como o responsável "pelo provável insucesso" da proposta. Para Flores, a isonomia não pode ser estabelecida sem a contenção das maiores remunerações. Na sua opinião, publicada no "Boletim de Ordens e Notícias" que circulou ontem nos quartéis, o anteprojeto "é insatisfatório" e deve ser aperfeiçoado (O Globo).