A liberação dos cruzados bloqueados e o aumento das reservas externas aumentaram a dívida pública mobiliária federal, que em março teve a participação mais elevada em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) desde o início do governo Collor. Os títulos federais em poder do público subiram para Cr$29,8 trilhões (3,4% do PIB), enquanto os estaduais e municipais, também em poder do público, somaram Cr$14,7 trilhões (1,7% do PIB). No primeiro trimestre deste ano, os títulos federais em poder do público apresentaram um crescimento de 262% e os estaduais e municipais, de 154% (FSP).