O presidente da SIDERBRÁS, Amaro Lanari Júnior, advertiu que caso "sejam frustradas as ações previstas no plano de recuperação e saneamento da estatal, o sistema poderá, de 1987 a 1988 apresentar um patrimônio negativo". Segundo ele, as dívidas do grupo sobem hoje a US$15,6 bilhões-- eram de US$13,8 bilhões em fins de 1984. Amaro Lanari disse que somente a capacidade de débitos correspondentes a Cz$127,9 bilhões, além de aportes de recursos de Cz$23,8 bilhões até 1992 (dinheiro do Tesouro Federal) e a renegociação de parte dos empréstimos de empresas junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderão melhorar a situação do grupo e de suas principais empresas (GM).