A integração dos mercados Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai foi um dos temas que trouxeram a Brasília e São Paulo, na semana passada, o vice- ministro de Comércio Exterior do México, Pedro Noyola. "O MERCOSUL tem de servir como instrumento para incrementar o comércio desses quatro países com o mundo, não para fechá-lo", disse Noyola. A preocupação mais imediata dos mexicanos é reverter o déficit da balança comercial com o Brasil, que no ano passado beirou os US$400 milhões. Durante sua estada, Noyola transmitiu à secretária Dorothea Werneck a insatisfação do governo mexicano com a política aduaneira brasileira. "As tarifas de importação são ainda muito altas. O México pratica uma política mais aberta", diz o vice-ministro (revista Exame no.10).