O governo brasileiro pretende que a Rio-92 seja um sucesso do ponto de vista logístico e operacional e que a reunião dê ao Brasil uma imagem de credibilidade, prestígio internacional, eficácia e segurança. Esse é, segundo o embaixador Marcos Azambuja, coordenador das posições oficiais brasileiras na conferência, um dos principais objetivos do governo. O embaixador defendeu a assinatura de uma convenção sobre biodiversidade como forma de impedir que os países desenvolvidos, que detêm a tecnologia, atuem sem entraves. Azambuja lembrou também que o governo não deseja uma convenção sobre florestas para evitar que o país pague a fatura da "boa consciência dos países ricos" (GM).