O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Jacques de Larosie`re, não quer que o governo brasileiro assuma a responsabilidade por débitos externos, não garantidos oficialmente, contraídos por bancos brasileiros que já "quebraram" (Comind, Auxiliar e Maisonave). Este é o principal argumento que as autoridades brasileiras estão utilizando com alguns dos bancos credores estrangeiros. Eles exigem que o governo brasileiro pague a dívida dos três bancos "quebrados", que levantaram recursos externos através da Resolução 63, antes de aderir ao acordo de rolagem da dívida brasileira de 1985/86, à disposição para as assinaturas dos banqueiros até o dia 5 de setembro, em Nova Iorque (JB).