As indústrias de química e petroquímica esperam assinar ainda neste semestre um acordo setorial para complementar a produção e acelerar prazos e objetivos do Mercado Comum do Cone Sul (MERCOSUL): eliminação dos direitos de importação, desaparecimento total das fronteiras e a fixação de uma tarifa externa comum para as importações provenientes de outros mercados. Acordos setoriais são considerados entre os "principais instrumentos" que o Tratado de Assunção (que criou o MERCOSUL) prevê para o período de transição até 1o. de janeiro de 1995. Antes da petroquímica, a indústria siderúrgica dos quatro países (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) assinou um acordo setorial-- em 12 de março último, no Rio de Janeiro (GM).