Donos de escolas do Estado de São Paulo decidem esta semana como deverão agir com alunos portadores do vírus da AIDS. Há um mês, a direção do sindicato que reúne as escolas particulares-- Sieeesp-- informou ter criado um grupo de trabalho para estudar o problema e apresentar soluções. Uma das hipóteses em estudo é a criação de classes especiais para alunos portadores do vírus. Oficialmente, a direção do sindicato afirma que não há portadores do vírus entre os 2,5 milhões de estudantes das escolas que representa. Sabe-se, no entanto, que vários colégios particulares já se defrontaram com essa questão (FSP).