Passa de US$4 bilhões-- a quarta parte de seu patrimônio-- o déficit acumulado pelos 113 fundos de pensão patrocinados por empresas estatais para seus funcionários. O maior de todos os rombos, de US$2 bilhões, é o do fundo Petros, da Petrobrás. Até o fundo da Centrus, do Banco Central, figura entre os campeões, com US$65 milhões. Os prejuízos, resultados de erros de planejamento e operações desastrosas ou fraudulentas, podem comprometer os benefícios e pensões devidos pelos fundos. O ministro da Previdência, Reinhold Stephanes, está cuidando de enquadrá-los com portarias e um projeto de lei destinado a impedir que as estatais ponham neles mais dinheiro do que os beneficiários (O ESP).