O secretário de Administração Federal, Carlos Garcia, entregou ontem ao ministro da Justiça, Célio Borja, a proposta do governo para a implementação da isonomia salarial entre os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. A proposta da SAF, que poderá sofrer alterações no Ministério, estabelece como meta principal fixar em até 20 vezes a diferença entre a maior e a menor remuneração percebida em cada poder. Para tanto, Garcia sugere a limitação da soma das gratificações, que não poderão representar mais do que duas vezes o valor do salário base (O ESP).