Pelo menos 60% da produção de arroz da região de Ribeirão Preto-- maior produtor do Estado de São Paulo-- estão sendo esparramados nas ruas e estradas vicinais para perder a umidade depois da colheita, porque não existem armazéns suficientes para atender às necessidades dos agricultores. A afirmação é de Carmelo Grisi, diretor da DIRA (Divisão Regional Agrícola). Nesta safra, 615 mil sacas de 60 quilos passarão pela secagem das ruas e estradas. O total representa Cr$2,3 bilhões, dinheiro que seria suficiente para abastecer de arroz a população de Rio Preto (283 mil habitantes) por quase dois anos (FSP).