O volume de dinheiro em circulação no país foi 17,8% maior em março do que o registrado na média diária de fevereiro, mas ficou abaixo da inflação registrada no mês (21,62% pelo INPC). A base monetária inclui as reservas bancárias e papel-moeda emitido (dinheiro em poder do público). O saldo do papel-moeda teve uma redução de 8,1%. Pelo critério de saldo no final do mês a expansão da base monetária foi de 2,8%. A compra de dívidas no valor de Cr$5,3 trilhões foi o principal fator de expansão. O Banco Central ofertou ao mercado, através de leilões, durante o mês de março, o equivalente a Cr$7,3 trilhões em títulos públicos federais. O objetivo destas vendas de papéis foi neutralizar o forte ingresso de moeda na economia. Os dados foram divulgados ontem pelo BC, que informou também que as reservas internacionais do país somaram, em fevereiro, US$11,081 bilhões, pelo conceito de caixa (FSP) (O Globo).